Os empregadores são penalizados se entrarem em contato com seus funcionários fora do horário de trabalho

Os empregadores são penalizados se entrarem em contato com seus funcionários fora do horário de trabalho

O direito de desconectar está na França desde 2017. A ideia ganhou força na Europa, especialmente no contexto da crise do coronavírus que virou nossos hábitos de trabalho de cabeça para baixo e empurrou significativamente o trabalho remoto. Separar a vida privada da profissional está se tornando mais difícil e, às vezes, as demandas inesperadas dos empregadores aumentam.

Para combater este fenómeno, o governo socialista português adoptou uma versão própria do texto. Empresas com mais de dez empregados não terão o direito de contatar seus empregados, via e-mail ou telefone, nos finais de semana e feriados, sob pena de multa. No entanto, não é um “direito real de desligamento”, porque os MPs se recusaram acertadamente a dar autorização legal aos funcionários para desativar mensagens e dispositivos relacionados ao seu trabalho fora do horário de trabalho.

Outras medidas favoráveis ​​votadas

Outras medidas ainda estão sendo votadas a favor dos empregados, como o direito dos pais de filhos maiores de 8 anos de trabalharem de casa sem pedir licença do patrão, ou o pagamento de despesas da empresa relacionadas ao trabalho remoto, como eletricidade ou contas de internet.

A pandemia acelerou a necessidade de regulamentar o que precisa ser regulamentado. Numa cimeira online em Lisboa no início de novembro, a Ministra do Trabalho e Segurança Social de Portugal, Ana Mendes Godinho, disse que o teletrabalho pode ser uma virada de jogo se capitalizarmos as vantagens e minimizarmos as desvantagens.

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